Arquivo de Dezembro de 2007

Lula pede valorização do vinho nacional

Lula

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem (26) à noite, na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma lista com os melhores vinhos brasileiros elaborada pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). A lista foi elaborada a pedido do próprio Lula, que, em discurso, falou que essa lista seria um referência para todos os eventos do governo.

Lula disse ainda que é preciso valorizar o produto nacional. “Só vamos conseguir projetar o vinho brasileiro na dimensão que outros vinhos foram projetados na medida em que a gente comece a gostar das coisas que fazemos”.

O presidente também afirmou que começará a incentivar que nos eventos do governo seja servido vinho brasileiro. “Meu compromisso é que daqui para frente, o [secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores] Samuel Pinheiro [Guimarães] vai tomar mais vinhos brasileiros quando for necessário, o [ministro da Justiça] Tarso Genro também, quando for necessário”.

De presente, o presidente recebeu um balde da bebida e também a lista com os melhores vinhos brasileiros.

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Casal produz cerveja de mel em Pernambuco

cerveja de mel

Psicóloga e engenheiro criaram a Melina na cidade de Igarassu.
Eles não querem concorrer com grandes e fabricam apenas 200 litros por semana.

Glauco Araújo Do G1, em São Paulo

O turista que passa pela cidade de Igarassu, no Norte de Pernambuco, não imagina que pode saborear uma cerveja de mel durante a viagem. Produzida praticamente de maneira artesanal, a Melina não possui a tradicional cevada. Para se obter a fermentação característica da bebida, os cervejeiros acrescentam mel durante o processo de fabricação.

A “loira de mel” é para poucos. Apenas 200 litros são fabricados por semana pela Delícias da Roça, uma agroindústria localizada no quilômetro 39 da BR-101. Comandada pelo casal Selma de Carvalho e Francisco das Chagas Carvalho, a Melina, segundo eles, é um produto de uma pesquisa histórica sobre a cerveja. “A cerveja que produzimos é resultante da fermentação de trigo e de mel, muito conhecida e consumida pelos Celtas, no século IV”, disse Selma.

Com espuma mais espessa, coloração amarela mais clara, a cerveja de mel possui média graduação alcoólica. A maneira como é produzida faz com que a bebida deixe um pouco de borra no fundo da garrafa, que é conhecida na região de Igarassu como pé. “Só não fabricamos mais porque as pessoas daqui (Pernambuco) não estão acostumadas com esse pé. Sei que as pessoas aceitam melhor esse tipo de cerveja em São Paulo e no Rio de Janeiro”, disse Selma, que também é psicológa. Segundo os produtores da Melina, não há preferência por um tipo de mel durante a fabricação da cerveja.

Apesar da clientela fixa e fiel, a Melina está longe de ser uma concorrente de peso com as grandes marcas de cerveja do país e do mundo. “Não estamos focados em sermos uma grande cervejaria. Nós apenas queremos oferecer mais uma opção para o cliente que vem nos visitar no restaurante Delícias da Roça”, afirmou Selma, que ainda espera poder participar de algum tipo de teste cego, onde as cervejas são avaliadas sem que o rótulo das marcas apareça.

Resgate histórico

A cerveja de mel, segundo Selma de Carvalho e Francisco das Chagas, faz parte da história da bebida no país. “Estudamos muito para chegar até aqui. Sabemos como fabricar a cerveja dessa maneira e acreditamos que fazer uma bebida com essa marca histórica seja importante para a nossa cultura”, afirmou Selma.

A novidade no país foi tanta que, em 1998, quando a Melina começou a ser fabricada, houve uma dificuldade para registrar a bebida no Ministério da Agricultura. “Não havia nos cadastros no ministério uma bebida com essas características. A primeira safra da cerveja de mel, na verdade, era uma composição de fermentação de mel, água e lúpulo. Fizemos algumas adequações e hoje temos a nossa Melina devidamente registrada.”

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Ladrão invade fábrica e leva 450 barris de cerveja

Furto aconteceu em Dublin, na Irlanda.
Segundo a polícia, furto foi feito por apenas uma pessoa.

Da Associated Press
A polícia da Irlanda está à caça de um ladrão de cervejas que roubou 450 barris cheios da cervejaria Guinness, o maior roubo já ocorrido em uma grande fábrica de cerveja na Irlanda.

A polícia disse que um homem sozinho entrou dirigindo um veículo na fábrica - um marco de Dublin e uma das principais atrações turísticas da cidade - e engatou o seu caminhão a um trailer totalmente carregado estacionado no pátio, cuja carga deveria ser distribuída nos pubs da cidade.

A Diageo PLC, empresa de bebidas proprietária da Guinness, contou que a fábrica nunca havia sofrido um roubo desse porte em 248 anos de história.

A polícia relatou que o ladrão levou 180 barris de cerveja escura Guinness, 180 barris da cerveja americana Budweiser e 90 barris da cerveja dinamarquesa Carlsberg. A Guinness fabrica essas marcas estrangeiras sob licença para venda na Irlanda.

A polícia não informou se o furto foi captado pelas câmeras de segurança de circuito fechado. Nenhuma descrição do suspeito foi divulgada, o que indica que ninguém o viu nitidamente.

O valor de varejo do total furtado supera US$ 235 mil (R$ 420 mil).

Segundo a polícia, o ladrão terá dificuldades para vender a cerveja sem chamar a atenção, a menos que conte com comparsas donos de redes de pubs.

Contudo, agentes alfandegários afirmam que é prática comum nos pubs a venda de cigarros e bebidas alcoólicas roubados ou contrabandeados, sobretudo marcas de vodca falsificada, para escaparem dos onerosos impostos.

No passado, o Exército Republicano Irlandês atuando ilegalmente e outras gangues roubavam cargas de caminhões com cigarros e bebidas alcoólicas para revenda em pubs administrados por simpatizantes ou amigos. Esse tipo de assalto geralmente acontece nas zonas rurais, nunca no centro de Dublin.

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NY terá primeiro leilão de bebidas destiladas desde a Lei Seca

Da Reuters

NOVA YORK (Reuters) - Nova York terá no sábado o primeiro leilão de bebidas alcoólicas destiladas realizado na cidade desde o fim da Lei Seca nos Estados Unidos, com uma garrafa de uísque escocês previsto para chegar ao preço de 30 mil dólares.

A Christie’s espera vender garrafas de conhaque, Armagnac, uísques, Calvados e Chartreuse com valor total de até 250 mil dólares.

O mais alto valor estimado é de uma garrafa de uísque escocês Macallan destilado em 1926: 30 mil dólares.

Uma garrafa de uísque de centeio produzido com uma receita do primeiro presidente dos Estados Unidos, George Washington, é estimada em entre 10 mil e 20 mil dólares.

Enquanto isso, uma garrafa de Cognac Grande Fine Champagne destilado em 1811 e batizada em homenagem à esposa de Napoleão, a imperatriz Josefina, é estimada em entre 4.000 e 6.000 dólares.

A Christie’s também vai leiloar uma série de mais de 700 uísques com valor estimado em entre 70 mil e 100 mil dólares.

Durante a vigência da Lei Seca, entre 1920 e 1933, os EUA proibiram a fabricação, o transporte e a venda de bebidas alcoólicas.

Um dos destilados mais caros já vendido em leilão foi uma garrafa de uísque Bowmore produzido em 1850. Ela foi vendida pela casa de leilões McTear, na Escócia, em setembro, por 59 mil dólares, segundo um porta-voz da Christie’s.

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Ministério da Justiça vai investigar mercado de vinho

O ministro da Justiça, Tarso Genro, determinou que a Secretaria de Direito Econômico (SDE), de seu ministério, compare os rótulos e os conteúdos de produtos vinícolas vendidos no mercado brasileiro para detectar informações falsas e adulterações e aplicar sanções a quem cometer irregularidades. O despacho foi assinado hoje no Parque da Fenavinho, em Bento Gonçalves, diante de cerca de 300 produtores e empresários do setor.

O presidente da Câmara Setorial do Vinho, Hermes Zanetti, lembrou que a cadeia produtiva do setor é prejudicada pelos cerca de cem milhões de litros de bebidas vendidos por ano no Brasil como se fossem vinho. “São produtos que agridem a saúde pública e enganam o consumidor”, afirmou, referindo-se a bebidas muitas vezes elaboradas com outras frutas e corantes e ofertadas ao mercado em embalagens e rótulos semelhantes aos do vinho.

Outro despacho assinado por Tarso Genro determina que a SDE verifique se há empresas vinícolas fechando acordos de exclusividade em determinadas áreas para formar preços. O ministro também orientou as Polícias Federal e Rodoviária Federal a ampliarem a fiscalização do contrabando de vinho nas fronteiras brasileiras. Segundo Zanetti, o setor calcula que de 12 a 15 milhões de litros entram no País por ano sem pagar impostos, concorrendo deslealmente com os produtores locais, que vendem cerca de 20 milhões de litros de vinho fino por ano.

Os produtores saíram do encontro com o ministro satisfeitos, mas querem mais. A expectativa agora é que outro ministério, o da Fazenda, institua um selo para bebidas mistas, sangrias e coquetéis e um imposto de US$ 0,06 por garrafa de vinho importado.

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Sapporo lançará cerveja com baixa dose de carboidrato

SÃO PAULO, 14 de dezembro de 2007 - A Sapporo Breweries Ltd, empresa de bebidas japonesas, informou que lançará em 27 de fevereiro a nova cerveja, chamada ‘Beer Fine’, que conterá menos da metade de carboidrato no conteúdo. A Sapporo desenvolverá a nova cerveja devido ao crescimento da demanda de consumidores preocupados com a saúde. A empresa se tornará a primeira empresa cervejeira a reduzir esse componente nas bebidas.

A Beer Fine apresentará 1,3 gramas de carboidrato por 100 ml, comparado com 2,9 gramas para seu Black Label, Lager e Classic cervejas, e 3,0 gramas para a cerveja Yebisu.

A companhia espera vender 2,7 milhões de caixas por ano. Uma caixa contém o equivalente a 30 garrafas de 633 ml. (Redação - InvestNews)

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Châteauneuf-du-Pape é eleito o melhor vinho do mundo

Chateauneuf
CHATEAUNEUF-DU-PAPE, França (AFP) — Um produtor francês de Châteauneuf-du-Pape, no vale do Rhône (sudeste da França), recebeu o prêmio de “melhor vinho do mundo” atribuído pela revista americana Wine Spectator.

Outros quatro Châteauneuf-du-Pape, uma das denominações mais famosas na França, estão na lista dos 20 melhores do mundo.

O vinho premiado, o “Clos des Papes” de 2005, uma “obra” de Paul-Vincent Avril, já estava esgotado antes de sua distinção de honra, em meados de novembro.

Diante do interesse despertado, Avril disse nesta terça-feira à AFP que só vende parte de sua pequena produção.

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2ª Degustação 5 Estrelas - Cervejas Pilsen

Degustação 5 Estrelas
No dia 31 de Agosto de 2007 em Horizontina - RS ocorreu a segunda edição da Degustação 5 Estrelas.
Neste evento foram as cervejas tipo Pilsen as escolhidas.
5 marcas de cervejas pilsen alemãs foram avaliadas pelos apreciadores Danilo Schneider Júnior, Dari Nass e Ronald Reisdorfer.
O resultado você pode conferir clicando aqui

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