Arquivo de Novembro de 2007

Superflex lança cerveja “pública”

FABIO CYPRIANO
da Folha de S.Paulo
Free Beer
Uma nova marca de cerveja é lançada, hoje, na galeria Vermelho: a Free Beer. Entretanto, ao contrário das marcas tradicionais, que tratam como segredo de Estado a receita de suas bebidas, no próprio rótulo da Free Beer está estampada sua receita.

A Free Beer é a nova ação do coletivo dinamarquês Superflex, composto por Bjornstjerne Reuter Christiansen, Jakob Fenger e Rasmus Nielsen. No ano passado, o grupo trouxe polêmica à 27ª Bienal de São Paulo com o Guaraná Power, censurado pela presidência da instituição, que afirmou que não se tratava de uma obra de arte. Apesar do veto, o Guaraná Power, feito em colaboração com a Cooperativa de Agricultores da Região de Maués, na Amazônia, chegou a ser distribuído em museus e na própria Vermelho, durante a Bienal.

“Agora estamos propondo uma marca aberta e, nesse sentido, sugerimos um novo modelo econômico, que permite a qualquer um produzir e distribuir cerveja, a partir de uma receita que é pública, além de criar consumidores não obedientes, como gosta o mercado”, conta Fenger.

“Free software”

A Free Beer surgiu em 2004, numa parceria com estudantes da Universidade de Copenhague. “Buscamos transferir os princípios do software livre para algo físico, e a cerveja se tornou um bom exemplo”, conta Nielsen. “Por isso, a Free Beer tem sido comparada ao Linux [sistema operacional gratuito] e à Wikipedia”, diz o artista.

Quem quiser produzir e comercializar a Free Beer pode baixar do site www.freebeer.org a logomarca da cerveja, de forma gratuita. “Já há Free Beer sendo produzida na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Dinamarca e até na República Tcheca”, afirma Fenger.

Receita

No Brasil, a Free Beer está sendo produzida pela Cervejaria Germânia, que irá comercializar a bebida durante a exposição a partir da versão 3.4, desenvolvida pela empresa.

“A única coisa que pedimos é que cada nova versão seja também tornada pública no site do Creative Commons”, diz Christiansen.

Na Vermelho, o Superflex apresenta o “Free Beer Kit”, uma mesa com todos os ingredientes e instrumentos necessários para a produção da cerveja, o que será utilizado, aliás, no workshop “O Mundo da Cerveja”, com os especialistas Cilene Saorin e Arnaldo Ribeiro, no próximo dia 15 de dezembro, às 14 h.

O grupo exibe também nove máquinas “Counter-Game Strategies” (estratégias de contra-jogos), típicos brinquedos de quermesse, como jogo de argolas ou rodas giratórias, que, contudo, abordam de forma irônica o universo dos direitos autorais e da pirataria.

“Mark Getty afirma que “a propriedade intelectual é o petróleo do século 21′”, conta Christiansen, “portanto, estamos tratando de um tema muito sério. Afinal, quantas guerras não foram realizadas por conta do petróleo?”.
No próximo sábado, às 16h, Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons no Brasil, irá participar de um debate com os membros do Superflex, na Vermelho, e logo após será realizada uma gincana intitulada “Free Beer Pub Quiz”, na qual participantes receberão prêmios ao responderem questões sobre propriedade intelectual e direitos autorais.

Free Beer

Quando: abertura hoje, às 20h; de ter. a sex., das 10 às 19h, sáb., das 11 às 17h. Até 22/12

Onde: galeria Vermelho (r. Minas Gerais, 350, tel. 3257-2033)

Quanto: entrada franca

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Cerveja Sol lança concurso cultural

A cerveja Sol lançou um concurso cultural para premiar consumidores de todo Brasil com ingressos para o show do The Police, no Maracanã.

Para participar é preciso acessar o site e responder a frase “Qual a maior loucura que você faria para assistir ao show do ano?”. As mais criativas poderão conferir Sting e sua banda, em apresentação única no Maracanã.

Serão sorteados mais de 150 pares de convites, além de quatro credenciais que dão acesso ao camarim do The Police.

Além do concurso cultural, as rádios de São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão, Campinas, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Salvador também oferecerão ingressos aos ouvintes que ligarem e se cadastrarem. As promoções são válidas para maiores de 18 anos.

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ENOX realiza ação para cerveja SerraMalte em Porto Alegre

Serramalte

A ENOX Indoor Experience está veiculando mídia indoor para divulgar a cerveja SerraMalte, da Ambev, em oito dos principais bares e restaurantes de Porto Alegre, todos de público A e B.

Até metade de janeiro, mais de 200 mil consumidores deverão deparar-se com dois adesivos gigantes aplicados nas portas de acesso aos gabinetes reservados dentro dos toaletes.

A primeira porta adesivada mostra “Outras”, numa alusão às concorrentes, sendo que através do líquido é possível enxergar todo o lado de dentro do reservado, o vaso sanitário, o papel higiênico.

Imediatamente ao lado, a segunda porta mostra uma cerveja muito mais amarela, muito mais densa, através da qual não se vê nada. “SerraMalte, mais encorpada, mais cerveja” é a frase desta peça, criada pela agência AlmapBBDO.

“Trata-se de uma abordagem altamente criativa do público consumidor, que vê a ação e pode pedir uma Serra Malte em seguida ao garçom”, explica Rafael Cordeiro, diretor da ENOX, líder em mídia indoor no Brasil.

A empresa utilizou o banco de dados de seu software de gerenciamento para fazer o levantamento dos bares e restaurantes que comercializam Serra Malte em Porto Alegre.

O cadastro possui dados detalhados dos 2,5 mil estabelecimentos parceiros da Enox e informa, entre outras coisas, a quantidade e medida de todas as portas de cada um deles.

Desta forma, os adesivos da ação Serra Malte foram produzidos sob medida e são veiculados por algumas das melhores casas gaúchas, entre elas o Bar do Beto, Tortaria, Galpão Crioulo e Pertutti Galeteria.

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Cevada já foi o grão mais consumido; Brasil está entre os grandes produtores

RACHEL BOTELHO
da Folha de S.Paulo

Quinto cereal mais importante do mundo, a cevada foi, provavelmente, o primeiro a ser cultivado no Oriente Médio e na Europa.

Na Antigüidade, ocupou durante um longo período o posto de grão mais consumido, mas hoje é utilizado principalmente como ração para animais e como matéria-prima para o malte usado na produção de cerveja.

Em Roma, foi perdendo popularidade nos séculos anteriores à Era Cristã possivelmente devido ao aperfeiçoamento das técnicas de fabricação de pão.

Por conter muito menos glúten que o trigo, a cevada dá origem a um pão denso, de textura áspera e cor escura. É o glúten que confere ao trigo uma apreciada textura firme e elástica e a capacidade para crescer.

“A farinha de cevada é mais adocicada, o que é ótimo para o fermento. Mas, para o pão não ficar pesado, precisa haver uma mistura com outras farinhas, porque ela é rica em proteínas, mas não forma uma boa rede de glúten”, explica Rogério Shimura, professor do curso de gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi.

Para Shimura, o pão de cevada é encontrado basicamente em lojas de produtos naturais porque o brasileiro prefere pães brancos e leves. Na culinária, a farinha de cevada também pode ser adicionada a saladas e usada para espessar molhos.

Demanda

Segundo dados do IBGE, a safra de 2006 superou 200 mil toneladas, o que situa o Brasil entre os grandes produtores mundiais. Ainda assim, é insuficiente para suprir a demanda interna, obrigando à importação do produto.

A malteação é o principal uso econômico da cevada. Os grãos utilizados na fabricação de cerveja precisam ter boa capacidade germinativa e tamanho não muito pequeno.

Segundo Wilson Fornazier, mestre-cervejeiro da Ambev, depois de colhido, o cereal é submetido a um processo de malteação, ou seja, de germinação controlada, para induzir o grão a formar enzimas, que depois serão usadas na cervejaria.

“A cevada é a fonte primária do álcool: o amido se transforma em açúcar e este, em álcool. Além disso, ela transfere nutrientes para o fermento e contribui para o corpo da cerveja”, afirma Fornazier. “A cevada é sempre a mesma, mas o processo de malteação pode gerar maltes diferentes, que interferem na cor, no aroma e no paladar da bebida.”

Rico em fibras, em carboidratos e em minerais, o ingrediente deve ser evitado por portadores de doença celíaca (intolerância ao glúten).

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Cervejaria britânica recusa proposta de compra de US$ 15 bilhões

Newcastle

Heineken e Carlsberg haviam aumentado oferta pela britânica Newcastle.
Objetivo das cervejarias era aumentar oferta conjunta do produto.
Fonte: G1, com informações da EFE

A fabricante britânica de cerveja Scottish & Newcastle recusou uma oferta de US$ 15 bilhões para ceder seu controle às concorrentes Heineken, holandesa, e Carlsberg, dinamarquesa. As duas cervejarias pretendiam aumentar suas ofertas de cerveja a partir da produção da Newcastle.

Em comunicado feito à bolsa de Londres sobre a recusa, a empresa declarou que a oferta das concorrentes continua sendo “totalmente inadequada e reduz de forma considerável o valor da força da empresa e de sua posição no mercado”.

O presidente da cervejaria, Sir Brian Stewart, disse que as duas empresas querem comprar a Scottish & Newcastle “barato”. A proposta das duas empresas para a Newcastle havia sido reajustada em pouco mais de 4% em relação à tentativa anterior de compra.

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Novo Comercial da Cerveja Polar

Nova Campanha
A nova campanha da cerveja Polar, criada pela agência AlmapBBDO, reforça o slogan “Polar, A melhor é daqui!”. O carro-chefe da estratégia de comunicação é o filme de 30 segundos intitulado “ET´s”.

Numa mesa de bar os garotos propaganda da marca conversam sobre a visita de uns primos da Bahia a Porto Alegre. Um dos garotos imediatamente conclui que eles devem estar vindo por causa da cerveja que só é vendida no estado. Enquanto conversam sobre vir ou não de tão longe para tomar Polar, a câmera revela uma dupla de extraterrestres sentados numa mesa apreciando uma Polar gelada e confirmando que realmente vale a pena vir, mesmo que de muito longe, para tomar Polar.

O filme termina com os ET´s apreciando mais um ícone gaúcho, uma linda loira que passa pelo bar e faz com que os ET´s mostrem que aderiram realmente à cultura Rio-grandense, falando o já conhecido “Mas ahhh”.

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Americano arremata garrafa de vinho por 30 mil dólares

ROMA (Reuters) - O escritor Ernest Hemingway certa vez declarou que o vinho é “a coisa mais civilizada do mundo”. E isso com certeza pode ser dito da grande garrafa leiloada na segunda-feira por 33.600 dólares.

O garrafão de 9 litros — equivalente a 12 garrafas de vinho normais — foi leiloado para beneficiar a restauração de obras de arte e arquitetura renascentistas.

Vendida a quase 400 vezes seu valor de mercado normal, algo que representa um custo de quase 500 dólares por cálice de vinho, a garrafa salamanazar foi descrita como “espécime único”.

A garrafa, que tem uma gravura em ouro no lugar do rótulo, contém o vinho tinto Ornellaia, produzido em Livorno, na Toscana.

“Não surpreende que esse trabalho curioso de um dos maiores vinicultores italianos tenha atraído um lance tão alto”, disse um porta-voz da casa de leilões Christie’s.

O comprador foi o norte-americano Michael Corlinns, que viajou de Seattle especialmente para o leilão e arrematou o garrafão em 50 segundos, tendo oferecido 28 mil dólares, aos quais foi somada a comissão de 20 por cento da Christie’s.

Além da garrafa, Corlinns terá direito a um passeio de seis dias pelo vinhedo e por Florença.

O dinheiro da venda será usado na renovação de um conjunto de portas decorativas de bronze, do século 15, criadas pelo artista renascentista Lorenzo Ghiberti.

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Cerveja após exercícios faz bem, diz estudo

Uma pesquisa feita por cientistas espanhóis sugere que o consumo de cerveja após a realização de exercícios físicos pode trazer benefícios ao corpo humano.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada, na Espanha, mostra que a bebida ajuda a repor o líquido perdido no suor, durante o exercício.

Os pesquisadores acreditam que os açúcares, sais e gás da cerveja ajudam o organismo a absorver os fluidos mais rapidamente.

Na pesquisa liderada pelo professor Manuel Garzon, 25 estudantes correram em uma esteira, sob temperatura de 40º C, até ficar exaustos.

Em seguida, os pesquisadores mediam seus níveis de hidratação, habilidade de concentração e coordenação motora.

Metade deles recebia dois copos de cerveja, enquanto o resto recebia água. Depois disso, todos podiam beber quanta água quisessem.

Segundo o Daily Mail, os estudantes que beberam cerveja demonstraram níveis de hidratação “um pouco melhores” do que os que beberam apenas água.

Garzon acredita que o dióxido de carbono na cerveja ajuda a matar a sede mais rápido, enquanto os carboidratos da bebida substituem as calorias perdidas durante o exercício físico.

A experiência foi repetida durante vários meses.

O jornal afirma que, com base no estudo, os pesquisadores recomendam o consumo moderado de cerveja após os exercícios - 500 ml para homens e 250 mil para as mulheres - como parte de uma dieta atlética.

Segundo James Betts, especialista em reidratação pós-exercício da Universidade inglesa de Bath citado pelo Daily Mail, “muitas pessoas pensam no álcool como um diurético, mas se você já está hidratado, uma pequena quantidade de cerveja pode ser um modo de ingerir fluidos”.

Mas Betts afirma que a melhor maneira de se reidratar depois de fazer exercício ainda é com bebidas energéticas ricas em açúcares, água e sal.

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Vendas de espumantes deve aumentar 8%

São Paulo, 1 de Novembro de 2007

Só no Rio Grande do Sul, produção deve chegar a 8,5 milhões de litros. Serão 20 milhões no total. Apesar do esforço dos fabricantes e importadores em popularizar o consumo das bebidas ao longo do ano, as vendas de Natal e Reveillon ainda concentram até 60% do total comercializado de espumantes e champanhe nos últimos meses do ano. Em 2007, quando as vendas da categoria devem crescer 8%, alcançando 20,4 milhões de litros. Este ano, os brasileiros deverão encontrar a bebida francesa pelo mesmo preço do ano passado. Graças ao câmbio o País não deverá ter o repasse de 10% no valor da champanhe que está sendo praticado em outros mercados.

A produção de champanhe - concentrada em uma área de 33 mil hectares na França - não tem atendido a demanda mundial, que cresce principalmente por conta da China, Índia, Rússia, África do Sul, Nigéria e Dubai, explicou Davide Marcowitch, presidente do grupo LVMH, que comercializa os champanhes importadas Moët Chandon e Veuve Clicquot e produz o espumante nacional Chandon no Brasil.
“Com esses seis grandes mercados crescendo, a produção chegou ao limite”, explicou. “O Brasil é o único país que não vai sentir o aumento do custo do champanhe por conta da valorização do real”, disse.

O LVMH pretende comercializar 265 mil garrafas do Veuve Clicquot este ano, ante as 250 mil de 2006, e 200 mil garrafas da Moët Chandon. No ano passado foram 189 mil.

Do espumante Chandon, Marcowitch afirmou que as vendas devem alcançar 2 milhões de garrafas, ante as 1,89 milhão do ano passado. A bebida nacional terá um reajuste maior que a importada. O executivo afirmou que o espumante deve chegar aos pontos-de-venda a R$ 38, ante os R$ 35 de 2006.

“Enquanto o consumo cresce, a produção não consegue acompanhar”, concordou Felipe Assis, gerente de vinhos da Pernod Ricard no Brasil, que importa o champagne Mumm Cordon Rouge Brut, marca oficial dos grande prêmios de Fórmula 1, e o espumante argentino Mumm Cuvée Speciale. A Pernod Ricard espera vender 50% mais do espumante e até 60% mais do champanhe nesta temporada. Ele afirmou que os custos ficaram até 10% maiores este ano, mas a empresa não irá repassar aos consumidores por conta da valorização do real em relação ao dólar.

Tanto os espumantes como o champanhe fazem parte da divisão de vinhos da companhia, que no Brasil deve representar 20% em volume este ano, ante os 15% do ano passado. Da divisão, a categoria representa 12%.

Somados aos frisantes, as vendas dos dois segmentos devem representar 30% em volume do que é comercializado pela companhia no Brasil. Em 2006 foi 15% do total. A empresa fechou o último ano fiscal, em junho, com produção de 7 milhões de caixas e cresceu, em volume, 11% no primeiro trimestre.

Produção nacional

Para Marcowitch, do LVHM, essa saturação da produção do champanhe original pode significar um bom momento para o Brasil se destacar com os espumantes fabricados localmente, principalmente no Rio Grande do Sul. Segundo o executivo, o Brasil deve aceitar que os melhores vinhos estão na Argentina e no Chile e focar na produção de espumantes, que está em alta.

“Nós não exportamos porquê não conseguimos atender a demanda interna”, disse.

Para conseguir alavancar esse mercado, Marcowitch contou que a empresa vem trabalhando para implementar a “cultura do espumante” no Brasil. Atualmente, a produção de chandon está em 2 milhões de garrafas por ano, no entanto, a empresa pode ampliar a produção até 4 milhões de garrafas, contou o executivo.

A Pernod Ricard também produz o seu frisante Sunny Days no Rio Grande do Sul, na cidade de Santana do livramento. Segundo Assis, a empresa também pode ampliar sua capacidade de produção. “Temos o maior vinhedo em área contínua da América Latina, isso nos permite aumentar a produção”, explicou.

Só no Rio Grande do Sul, a produção de espumantes totalizou 3,5 milhões de litros até setembro deste ano, alta de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo Darci Dani, membro do conselho do Instituto Brasileiro do Vinho.
Se confirmado o crescimento esperado, as vendas dos espumantes fabricados pelo estado devem alcançar 8,5 milhões de litros este ano. Em 2006 foram 7,5 milhões de litros. De acordo com dados do International Wine Spirit Research (IWSR), em 2006 foram importados 50 mil caixas do champanhe, o que representa 450 mil litros.

(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4)(Wilson Gotardello Filho)

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