Arquivo de Julho de 2007

CERVEJAS “DILUÍDAS” FAZEM SUCESSO NA ALEMANHA

BERLIM, 30 JUL (ANSA)

Os alemães bebem cada vez mais cerveja misturada com limonada, coca-cola ou outras bebidas. Apenas nos primeiros seis meses deste ano foram vendidos 2,3 milhões de litros de cerveja “diluída”, 33% a mais que no ano anterior, segundo informou hoje o jornal alemão de finanças “Handelsblatt”.

Na Alemanha existe um tipo especial para cada gosto, cerveja com cafeína, com suco de limão - que tem tido um boom nas vendas, 20% a mais que no ano de 2006 - e cerveja biológica sem álcool, a Bionade. Esta última, inventada em 1995 por uma cervejaria à beira da falência, atualmente uma das bebidas mais amadas na Alemanha, com 73 milhões de garrafas vendidas apenas em 2006.

Vem sendo desmentido portanto o clichê segundo o qual na Alemanha se bebe apenas cerveja autêntica. Até mesmo a cerveja Bitburger, patrocinadora da Copa do Mundo de Futebol do ano passado, tem perdido mercado: segundo os dados do “Handelsblatt”, a companhia teve uma queda de 5,8% nos lucros no ano passado.

Cresce no entanto o lucro de companhias como a Beck’s (ex-alemã, adquirida pelo grupo belga-brasileiro Inbev), que soube ligar sua marca aos novos produtos, como por exemplo a cerveja com suco de limão, a super pedida Beck’s Lemon.(ANSA)

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China bebeu 35 milhões de toneladas de cerveja em 2006

Agência EFE

RIO - Os chineses consumiram mais de 35 milhões de toneladas de cerveja em 2006, o que equivale a um consumo per capita de 27 litros, segundo dados a Associação da Indústria de Bebidas Alcoólicas da China publicados hoje pela agência Xinhua.

A produção de cerveja no país asiático alcançou 14,4 milhões de toneladas nos primeiros cinco meses de 2007, 16,7% a mais que no mesmo período do ano passado.

A China ultrapassou os Estados Unidos em 2002 como principal produtor de cerveja e desde então sua produção cresceu a um ritmo anual de 10%.

Segundo a Associação da Indústria de Bebidas Alcoólicas da China, os moradores das zonas rurais e mais ocidentais do país, que atualmente bebem menos cerveja que o resto de seus compatriotas, podem ser uma importante força para potencializar o desenvolvimento da indústria no futuro.

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Miolo Lança Vinho com Rótulo em Braile

Vinho Gran Lovara

A Miolo Wine Group está lançando em julho o primeiro vinho brasileiro com rótulo em braile. A comunicação destinada a deficientes visuais estará estampada nas garrafas do Gran Lovara, novo vinho do grupo que chega ao mercado classificado entre os melhores da Miolo, equiparando-se ao RAR, à linha Quinta do Seival e ao Cuvée Giuseppe. É o primeiro vinho da categoria superpremium produzido em parceria com a Lovara, sócia da Miolo no projeto Terranova e na produção da linha Lovara.

Produzido na Serra Gaúcha com a safra 2005, o Gran Lovara tem um corte de carbernet sauvignon, merlot e tannat. O lançamento está à venda no site da Miolo, em delicatessen e em lojas especializadas de todo o Brasil no total de seis mil garrafas.

O Gran Lovara é um vinho mais estruturado e encorpado. Seu processo de elaboração passa pelo envelhecimento em barricas de carvalho francesas e americanas no período de 10 a 12 meses. Depois de engarrafado, passa por mais um processo de envelhecimento de 4 a 6 meses. Com esse lançamento, a Lovara busca resgatar o prestígio obtido com o Gran Lovara 1999, que foi eleito na época o melhor vinho brasileiro.

A empresa decidiu inovar os rótulos visando atrair a atenção de um consumidor especial carente de produtos dirigidos para ele. “Há uma grande demanda reprimida, embora já existam diversas empresas no Brasil que valorizam esses portadores como clientes especiais”, afirma Luciane Zorzo, diretora da Zorzo Design Estratégico, responsável pelo desenvolvimento do rótulo. Com a inovação, os cegos poderão usufruir do prazer de escolher o vinho que desejam tomar. “Implementar as informações em relevo é mais um passo em direção ao respeito pelo consumidor”, diz o diretor técnico da Miolo Wine Group, Adriano Miolo .

Os últimos dados levantados pelo Censo revelam que 24,5 milhões de brasileiros são portadores de necessidades especiais. Do total, 11,8 milhões, ou seja, 48,1%, têm problemas visuais, e 159.824 (0,65%) são cegos.

Vinho Gran Lovara 2005 com rótulo em braile R$ 30,50

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Encontro de Cervejeiros Artenais em Porto Alegre

Foto Encontro de Cervejeiros Artesanais
Reprodução da Coluna do Fernando Albrecht no Jornal do Comércio de Porto Alegre, dia 23 de Julho de 2007, segunda-feira:

“As grandes cervejarias se tornam gigantes e sufocam as pequenas, mas até por aí. As cervejas artesanais ocupam um bom espaço na choperia das grandes, a ponto de a categoria já ter realizado o 1º Encontro dos Cervejeiros Artesanais. No Estado, existem em torno de 12 cervejarias artesanais; no Brasil, acredita-se que sejam em torno de 80/100 - noves fora os que fazem cerveja para consumo próprio. O consumidor quer sair da clássica Pilsen para saborear tipos como Pale Ale, Red Ale, Kölsch, IPA e Bière de Garde.”

Vamos à luta!

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1ª Cerveja Capixaba: Cerveja Saideira

Cerveja Saidera

LETÍCIA CARDOSO
lcardoso@redegazeta.com.br

Mais de três mil pessoas compareceram ao Pavilhão de Carapina, na Serra, na noite desta segunda-feira, na abertura da 21ª Convenção Capixaba de Supermercados, organizada pela Associação Capixaba de Supermercados (Acaps). Na feira, 150 expositores apresentaram os mais recentes produtos do mercado. Um em especial foi lançado nesta segunda: a primeira cerveja capixaba que chega aos consumidores no próximo mês.

Batizada de ‘Saideira’, a bebida apresenta não só um novo sabor como também novas embalagens. Ela será comercializada tanto em garrafa de vidro quanto na de plástico, incluindo em pets de 1,5 litros. O empresário Betinho Sartório, proprietário da marca, destaca a importância do produto para o crescimento do Estado.

“Isso para nós é motivo de muito orgulho. Gostaríamos que o capixaba também se orgulhasse disso. Temos um produto de alta qualidade que trás a inovação por ser a primeira cerveja capixaba, novas embalagens. Vai ser um diferencial. O público poderá comprar em grande quantidade, dependendo da ocasião”, afirma Betinho.

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Reforma do vinho em debate em Bruxelas

Vinho em Debate

Euronews - 17/07/2007

Foram muitos os vitivinicultores que esta segunda feira sairam à rua para dizer não à nova reforma do vinho na Uniao Europeia. A intenção de Bruxelas é investir na produção de vinho de qualidade e combater os excedentes. Assim, deverão ser arrancados 200 mil hectares em toda a União Europeia, mediante o pagamento de prémios cujo montante deverá variar entre os 7000 euros por hectare em 2009 e os 3000, em 2013. Também, a proposta de liberalização dos direitos de plantação de vinha deverá ser um ponto de discórdia entre os governantes e Bruxelas.

Á chegada ao Conselho, o ministro da agricultura português, Jaime Silva, afirmou que o fim dos direitos de plantação previstos para 2014 pode levantar problemas em algumas regiões demarcadas de Portugal. A França e a Alemanha são os principais contestatários deste plano que està a está a ser debatido em Bruxelas no primeiro Conselho de Ministros da Agricultura e Pescas dos 27, sob presidência portuguesa. No caso da Alemanha, a contestação centra-se na proibição da adição de açúcar que visa elevar o teor alcoólico. O ministro da Agricultura alemão tem a tarefa de defender os interesses do quarto produtor de vinho da UE. A presidência portuguesa espera ter fechadas em Setembro as discussões técnicas, de modo a iniciar os trabalhos no Comité especial de agricultura.

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CERVEJA ULTRAPASSA O VINHO NA PREFERÊNCIA DOS ITALIANOS

MILÃO, 10 JUL (ANSA) - A cerveja, que sempre perdeu espaço para o vinho na mesa dos italianos, pode ter encontrado sua chance: 19,8% dos italianos afirma escolher a cerveja para acompanhar a refeição quando come fora de casa, contra 18,8% que disseram preferir o vinho. A pesquisa foi conduzida por Markno, encomendada pela AssoBirra.

O levantamento, realizado com 1.500 pessoas, mostra um aumento de 4% no consumo de cerveja em relação ao ano passado. Cerca de 7 italianos em cada 10 bebem cerveja, 6,6% deles a consomem todos os dias, 27,5% habitualmente e 35% de maneira esporádica.

Os dados da AssoBirra afirmam ainda que cada italiano bebe em média 30,3 litros de cerveja ao ano. Cerca de 40% dos entrevistados disseram trocar o vinho pela cerveja mesmo em um dos pratos mais tradicionais do mediterrâneo: junto com peixe. (ANSA)

10/07/2007 18:36

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União Européia propõe corte na produção de vinho

04 de julho de 2007 - 15:24

Produção chega a níveis tão elevados que a bebida é usada como desinfetante

Jamil Chade, do Estadão

GENEBRA - Perdendo mercados para os vinhos do Chile, Argentina, Estados Unidos ou Austrália, a União Européia quer rever os subsídios dados a seus produtores e que, nos últimos anos, vêm gerando uma produção além do consumo e criando verdadeiros lagos de vinho. Com mais de 1,3 bilhão de euros em subsídios por ano, a produção européia chega a níveis tão elevados que parte do vinho é usado como combustível em fábricas ou como desinfetantes para não ser simplesmente jogado fora.

A proposta foi apresentada nesta quarta-feira, 4, em Bruxelas e prevê a redução do número de vinhos no continente em 6%. Pelo projeto, 200 mil hectares na Europa deixariam de produzir uvas e seriam compensados em 460 milhões de euros até 2009. Hoje, o continente destina 3,6 milhões de hectares aos vinhedos.

Atualmente, a Europa consome mais da metade do vinho produzido no mundo. Mas as exportações estão estagnadas em 4 bilhões de euros por ano. Além disso, a concorrência vem afetando as vendas dos produtores locais. Em dez anos, a importação de vinho para a Europa aumentou em dez vezes, atingindo 950 milhões de litros em 2004.

Paralelamente a isso, o consumo de vinho na Europa vem caindo. Nos últimos 50 anos, os franceses cortaram pela metade o consumo per capita do produto. Até 2015, uma queda de 9,3% ainda está sendo esperada no mercado francês.

O resultado desse cenário é a perda da posição de liderança no mercado. De um total de vendas de US$ 91 bilhões por ano no mundo, os americanos são responsáveis por US$ 20 bilhões, contra US$ 9 bilhões na França.

Recusa
Apesar da situação considerada como crítica, os produtores europeus se recusam a aceitar a reforma. Portugal, França, Espanha e Itália já alertaram que vão lutar contra a proposta. Para os produtores, o projeto transforma a produção em uma “mera indústria ” e coloca em questão “as tradições européias”. “A proposta é perigosa”, afirmaram as organizações de produtores nos quatro países.

Para tentar acalmar os produtores, a comissária de Agricultura da União Européia, Mariann Fischer Boel, garantiu que o volume dos subsídios não será reduzido. Ela quer, porém, que o dinheiro seja usado de outra forma.

Hoje, pelo menos 500 milhões de euros são usados para compensar os produtores que sequer conseguem vender seus produtos. Em 2006, 10% da produção de vinhos da Europa não conseguiu ser vendida e a taxa pode chegar 15% em três anos se nenhuma reforma for feita. Agora, os europeus querem cortar esses recursos para investir na promoção dos vinicultores competitivos nos mercados externos. “Queremos voltar a ser líderes”, afirmou Fischer Boel.

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Argentino faz Vinho para Gay

Pilot Gay Wines
Washington Post

O argentino Germán Arballo Dubois encontrou um nicho inexplorado num negócio em que tudo parecia já ter sido feito: desenvolveu uma linha de vinhos criados especialmente para a comunidade gay. “São mais frutados e aromáticos que os vinhos tradicionais”, diz. “Ninguém mais no mundo faz vinhos especialmente para os consumidores gays.” O mercado desse vinho fica claro desde a etiqueta, feita em couro.

Arballo Dubois lançou a marca Pilot Gay Wines há nove meses. No final deste ano, terá passado de uma produção inicial de 20 mil garrafas anuais para 100 mil por cepa varietal: malbec, chardonnay, cabernet e syrah, além de um espumante. E em agosto lançará outras duas variedades, um torrontés e um rosado jovem. Além disso, este mês chegará aos Estados Unidos.

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Brasil o país da cerveja

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