Arquivo de Junho de 2007

Edgar Vasques ilustra nova campanha da Vinícola Aurora

Peça 1

Peça 2


A Cooperativa Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves, RS, hoje sua nova campanha publicitária. Com o slogan “Vinhos feitos de bons momentos”, a campanha, desenvolvida pela Dez Propaganda, traz ilustrações personalizadas do chargista, cartunista e caricaturista Edgar Vasques.

Exímio Aquarelista, Vasques inspirou-se na paisagem urbana para criar as peças, que ilustram cenas cotidianas associadas ao vinho. A idéia é demonstrar que todos são bons momentos para tomar um bom vinho, e enfatizar as boas experiências relacionadas à bebida.

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Cervejas Dana Bier: + bonita e + barata

Novos rótulos Cerveja Dana Bier

Acaba de chegar novo lote das cervejas artesanais paulistas Dana Bier.

Duas ótimas novidades:
1ª) Os novos rótulos ficaram muito bonitos, destacando mais cada variedade.

2ª) Com o investimento em novos equipamentos e conseqüente aumento da produção, o valor da cerveja baixou de R$ 21,00 para R$ 18,00

Além da qualidade da cerveja, mais dois grandes motivos para degustar as cervejas Dana Bier.

Dana Bier Dani Weiss 660ml : cerveja de trigo clara

Dana Bier Mônica Ale 660ml: cerveja de alta fermentação

Dana Bier Teresa Dunkel 660ml: cerveja de trigo escura

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Robocco: serve sua cerveja para você

Robocco

A Asahi lançou o Robocco, a única coisa que esse robô faz é servir uma caneca de cerveja, that´s it!

Com capacidade para armazenar até 6 latinhas (350ml/355ml) de cerveja gelada, o Robocco as retira uma a uma e entorna o conteúdo em uma caneca, tudo que você tem que fazer é apertar um botão e deixar a sua mulher em paz.

O Robocco vem com 2 canecas customizadas, 6 bases para copos, um plástico para proteger o chão e instruções em japonês e em inglês. Preço: US$799

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Cerveja feita com folha de coca será lançada no Peru

Uma empresa da região de Puno, no sul do Peru, vai lançar uma cerveja artesanal elaborada com extrato de coca e maca, duas plantas de grande valor nutritivo, informou hoje a agência de notícias peruana “Andina”.

A cerveja “Kolla” será comercializada nas próximas semanas em estabelecimentos turísticos das cidades de Puno e Juliaca, disse à “Andina” a empresária Adriana Mamani, promotora da iniciativa.

Ela contou que a cerveja já foi apresentada com sucesso na Feira de Pecuária Artesanal e Agroindustrial do Sul do Peru, realizada entre 24 de maio e 3 de junho.

“Ao contrário de outros países, no Peru existem poucos lugares onde se vende cerveja artesanal”, disse a empresária. Ela explicou que a bebida será vendida entre 2,5 e 10 sóis (de US$ 0,70 a US$ 3,1).

Mamani explicou que sua intenção é que “os jovens possam aproveitar o grande valor alimentício da folha de coca e da maca”, consideradas duas plantas muito nutritivas e de alto valor energético.

No Peru é tradicional o uso da folha de coca para fazer chá, mascar e produzir remédios da medicina tradicional.

EFE
Agência EFE

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Ambev lança nova cerveja na Bahia

SÃO PAULO, 6 de junho de 2007 - A Ambev lançou ontem uma nova cerveja que será comercializada em 65 bares e restaurantes de oito cidades baianas, a Brahma Fresh.

O lançamento tem como objetivo aumentar as vendas da marca no estado. A Brahma é a segunda marca de cerveja mais vendida no Brasil, mas a terceira na Bahia, com 11% do mercado - contra 42,3% da Nova Schin e 34,1% da Skol.

O desenvolvimento do produto durou um ano e meio e a produção da nova marca está sendo feita exclusivamente pela fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A Ambev deve esperar os primeiros resultados da novidade no mercado para nortear a estratégia de expansão no país.

Em julho, a Brahma Fresh deve estar disponível em todos os pontos de venda baianos. No mesmo mês, entra no ar a campanha da nova cerveja, criada pela agência publicitária África. (Redação - InvestNews)

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Cerveja Premium brasileira agrada europeus

SÃO PAULO, 4 de junho de 2007 - ‘Excelente.’ Essa foi a definição de Bill Simpson, um dos mestres cervejeiros mais respeitados do mundo, para a cerveja Monasterium, da cervejaria Falke Bier, de Ribeirão da Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), que estará na Brasil Brau 2007.

SÃO PAULO, 4 de junho de 2007 - ‘Excelente.’ Essa foi a definição de Bill Simpson, um dos mestres cervejeiros mais respeitados do mundo, para a cerveja Monasterium, da cervejaria Falke Bier, de Ribeirão da Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), que estará na Brasil Brau 2007. Simpson deu nota 9 para a cerveja. Mas pode ser considerado como 10, já que dificilmente as cervejas recebem notas superiores a 8.

A Monasterium é de uma categoria de bebidas especiais. É a primeira cerveja brasileira tripel, produzida com três tipos de malte: trigo, cevada e aveia. A fórmula foi criada por monges carmelitas da Bélgica e a fabricação também é diferente.

O sócio e cervejeiro da empresa, Marco Falcone, conta que assim como os vinhos, essa bebida é de longa durabilidade (5 anos), pois é refermentada na garrafa, e dessa forma elimina a oxigenação e eleva o teor alcoólico (19%).

‘A garrafa da Monasterium é igual a de champagne e também tem rolha e gaiola’, diz Falcone. A produção é limitada. São apenas 1.500 garrafas por mês. A distribuição também é restrita. Ela é encontrada em 25 casas, a maioria em São Paulo.

Tudo isso é para uma gama de consumidores bem exigentes. ‘Nosso público são pessoas refinadas e com paladar treinado.’ E não é para menos. Quem quiser provar a Monasterium terá de desembolsar R$ 60 por uma garrafa****. ‘Mesmo com o alto valor o retorno é muito bom.’ (Sérgio Toledo - InvestNews)

**** Não na Costi Bebidas. Enquanto tínhamos estoque, o valor era R$ 39,00

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Cachaça Sagatiba Preciosa

Cachaça Sagatiba Preciosa
A Sagatiba Preciosa é uma cachaça dourada superpremium de 42% vol. que durante 24 anos descansou em barris de carvalho trazidos da Europa há um século por Francisco Schmidt, fundador do Engenho Central, a mais antiga destilaria de São Paulo, criada em 1960 na cidade de Ribeirão Preto.

A cachaça foi produzida em 1982, e os tonéis foram descobertos em 2004, quando o conteúdo foi filtrado e purificado de acordo com os padrões de qualidade da Sagatiba, para garantir as caracterísitcas originais, como o aroma e o sabor, fossem preservadas.

O lançamento oficial de Sagatiba Preciosa foi no primeiro leilão de Cachaça da história da Christie’s, renomada casa de leilões, em Londres, sendo vendida por 550 euros.

Sagatiba Preciosa é uma Edição Limitada, e apenas 3.000 unidades estão disponíveis para venda em locais especiais.
Em nossa loja virtual, o preço é de R$ 430,00

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Cachaça Fulô Série Especial: Fulô 1827

Cachaça Fulô 1827
A série especial originária da mesma Fazenda de Nêga Fulô, uma linha de autênticas cachaças armazenadas em tonéis de madeiras brasileiras, trazendo os aromas e sabores exclusivos dessas madeiras:

Jequitibá (R$ 38,00): De cor levemente amarelada, macia e envolvente, destacando toda a pureza da cana.

Pau-Brasil (R$ 59,00): De cor avermelhada, marcante e aromática, revelando o sabor refinado inigualável de nossa madeira mais nobre. Edição limitada e numerada.

Fulô 1827: Capturando a essência do Brasil.

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PRODUÇÃO DE VINHOS NO BRASIL VOLTA A SUBIR EM 2007, APÓS QUEDA

Paris, 31 mai (EFE).- A produção brasileira de vinho se recuperou este ano, com uma previsão de 3,2 milhões de hectolitros, mesmo nível de 2005, depois da queda para 2,372 milhões registrada no ano passado.

No entanto, o índice deste ano se situa abaixo do recorde de 2004, quando foram produzidos 3,925 milhões de hectolitros, segundo dados apresentados hoje em Paris pelo diretor-geral da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), Federico Castellucci.

Segundo Castellucci, a produção da bebida no Brasil deve apresentar um forte crescimento nos próximos anos, à medida que as novas plantações começarem a dar frutos. Os 66 mil hectares em 2001 aumentaram para 94 mil em 2006.

Castellucci acrescentou que, por enquanto, a produção do país está voltada para o mercado interno, em alta desde o começo da década, apesar da queda registrada no ano passado.

Dos 3,079 milhões de hectolitros consumidos no Brasil em 2001, o número chegou a 3,710 milhões em 2005, antes de cair para 3,553 milhões em 2006. No entanto, Castellucci se disse convencido de que a tendência é que a tendência de alta seja mantida.

As exportações continuam pequenas, com 34 mil hectolitros no ano passado, 36 mil em 2005 e 30 mil em 2004.

Em todo caso, o país se consolida como o quinto maior produtor de vinhos do hemisfério sul com os dados de 2006, sendo superado no mundo apenas por Argentina (14,864 milhões de hectolitros), Austrália (10,3 milhões), África do Sul (8,9 milhões) e Chile (8,4 milhões). EFE

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Do estilo belga à erva-mate, as novidades da Dado Bier

Produtos serão vendidos, inicialmente, na rede gaúcha de cervejarias

Roberto Fonseca (Caderno Paladar - Estadão 31/05/2007)

A microcervejaria Dado Bier, de Porto Alegre, lançará no mercado duas novas cervejas com perfis bem distintos. A primeira novidade, prevista para chegar nos próximos dias ao mercado, é a Belgian Ale, uma variedade bastante encorpada, seguindo as diretrizes da escola belga de fabricação.

A segunda, que deve chegar ao consumidor nas próximas semanas, é forte candidata a gerar polêmica entre apreciadores da bebida: uma cerveja que leva erva-mate - a mesma que abastece o chimarrão dos gaúchos - na fórmula, e será batizada como Ilex (uma referência ao nome científico da erva, Ilex paraguaryensis). ‘Acredito que será uma cerveja do tipo ame-a ou deixe-a, nunca uma bebida que vai ficar em cima do muro’, reconhece o proprietário da microcervejaria, Eduardo Bier. As duas variedades foram apresentadas em primeira mão a Paladar, na capital gaúcha.

A Belgian Ale e a Ilex começaram a ser desenvolvidas na mesma época, há cerca de um ano. A de estilo belga, será vendida primeiro na rede de bares da Dado Bier, para depois a ser engarrafada, no decorrer de junho. Trata-se de uma cerveja de estilo strong belgian ale, com 8,5% de teor alcoólico, de cor dourada-escura. Ela tem espuma abundante e duradoura, que se mantém nas paredes do copo (uma das características do estilo), e um aroma adocicado e de especiarias. Na degustação, notas de álcool, malte, condimentos e, depois de algum tempo, lúpulo. Diferentemente de muitas cervejas belgas, porém, ela não leva açúcar para elevar seu teor alcoólico, explica o mestre-cervejeiro da Dado Bier, Carlos Bolzan. A princípio, a Belgian Ale será vendida em copos de 400ml a R$ 6,50.

FORA DO CHIMARRÃO

Os segundos entre a abertura da garrafa da Ilex geram expectativa: o que sairá do gargalo para o copo? A primeira visão é de uma cerveja dourada e um pouco esverdeada, com espuma intensa. Aproximando-se o copo da boca, já é possível notar o intenso aroma da erva-mate. O gosto da erva também é intenso, predominante e persistente, e, apesar de a cerveja ter 7% de teor alcoólico, a sensação do álcool é mais suave. Bolzan afirma que a cerveja é uma lager (de baixa fermentação) não-filtrada, e que o lúpulo foi utilizado de forma a não interferir com o amargor e as características naturais da erva-mate. ‘O resto não dá para contar, é segredo’, brinca.

Bier explica que o projeto teve idas e vindas. ‘A idéia parecia maluca. Pedia para fazer testes e depois mudava de opinião’, afirma. ‘A base da cerveja está no malte, água, lúpulo e fermento. Agora, o que acontece quando você acrescenta um elemento sobre o qual não há nenhuma referência no mundo cervejeiro?’ Ele afirma apostar no caráter regional da cerveja. ‘O Rio Grande do Sul, como todos sabem, tem paixão pela erva-mate’.

Em fase final de registro, a Ilex deve ser vendida em garrafas long neck. ‘Deve haver aquela primeira procura do público para teste. Sobre a segunda compra, prefiro não arriscar’, brinca Bier. A opinião do repórter? Vale sim a degustação. Sem preconceitos.

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