Arquivo de Maio de 2007

ESPUMANTE NACIONAL É PREMIADO NA FRANÇA NO CHALLENGE INTERNATIONAL DU VIN 2007

A família Valduga vai celebrar com o Extra Brut 2002 a Medalha de Bronze que o espumante acaba de receber na França durante o Challenge International du Vin 2007, um dos mais respeitados concursos do mundo.

Ocorrido na cidade francesa de Bourg-Sur-Gironde no final de abril, o evento reuniu mais de 5.000 amostras de vinhos para degustação, provenientes de 30 países.

“Esta premiação é especial, pois comprova que a qualidade dos espumantes brasileiros continua em evolução conquistando inclusive a admiração e o respeito dos maiores experts neste assunto”, afirma Juarez Valduga, diretor da vinícola.

Casa Valduga Extra Brut 2002
Com acidez equilibrada e aroma de especiarias preciosas e delicadas, o Espumante Extra Brut 2002 é obtido pelo tradicional e artesanal método champenoise, onde o vinho base sofre a segunda fermentação na própria garrafa para a formação de borbulhas.

Com perlage fina, apresenta excelente volume e retrogosto convidativo. Acompanha avelãs, canapés finos, massas, peixes, camarão, truta, mariscos, lagosta, ostras e carnes brancas em geral.

Há quatro gerações produzindo vinhos de qualidade, a Casa Valduga está localizada no Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

Venda sob encomenda R$ 60,00 (solicite através de email)

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Cerveja pode ajudar atletas a se reidratarem

Consumida com moderação, bebida não altera capacidade psicognitiva nem causa erros.
A cerveja fortalece o coração e ainda ajuda a suportar mais o esforço físico.

A ingestão moderada de cerveja após o exercício físico favorece a reidratação dos atletas sem prejudicar suas capacidades psicocognitivas, segundo estudos de especialistas em nutrição.

As conclusões destes estudos foram apresentadas nesta terça-feira (29) por seus autores no simpósio realizado em Granada, sul da Espanha, com o tema “Cerveja, Esporte e Saúde”..

Todos recomendaram incluir a cerveja na dieta diária dos atletas e ressaltaram as propriedades antioxidantes da bebida, que também favorece o sistema cardiovascular..

Em entrevista coletiva, o cardiologista e ex-jogador de basquete Juan Antonio Corbalán assegurou que a cerveja tem um perfil “excelente” por conseguir uma hidratação eficaz do organismo após o exercício físico. Segundo Corbalán, o baixo teor alcoólico da bebida é “absolutamente compatível” com o rendimento esportivo de alto nível, “sempre que se leve em conta que a quantidade de cerveja ingerida seja adequada à capacidade do organismo de metabolizar o álcool”..

O cardiologista se referiu à necessidade de eliminar determinados tabus em relação ao sumo da cevada, que definiu como “a primeira bebida para o atleta, após a água”..

O catedrático de Fisiologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada Manuel Castillo Garzón afirmou que, segundo as pesquisas, a ingestão moderada de cerveja não piora as capacidades psicocognitivas dos atletas porque não provoca a perda de campo de visão nem leva a um maior número de erros..

Garzón acrescentou que seu consumo aumenta a tolerância ao esforço físico e reduz o estresse que representa fazer exercícios em condições extremas. Para chegar a estas conclusões, o especialista avaliou as capacidades cognitivas e locomotoras de um grupo de jovens que, de forma aleatória, beberam cerveja ou água após fazer esporte em um quarto a 40ºC, situação que favorecia a desidratação..

Castillo Garzón analisou as capacidades dos jovens antes e uma hora e meia depois do exercício, para o qual usou um sistema utilizado para medir a reação dos pilotos de caças a determinados estímulos. O experimento permitiu ao cientista aprovar os benefícios do consumo moderado de cerveja para os atletas.

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Coca-Cola faz sua maior aquisição da história para bater Pepsi

25.05.2007

Maior fabricante do mundo de refrigerante quer avançar no mercado de água enriquecida ao comprar empresa por 4,1 bilhão de dólares

EXAME A Coca-Cola anunciou o maior negócio em toda a sua história de 115 anos: a aquisição da Energy Brands, empresa que detém cerca de 30% do mercado americano de água com sabor, por 4,1 bilhões de dólares em dinheiro. A aquisição estreitará a diferença da companhia para a Pepsi nas vendas de não-carbonatados.

As marcas SoBe, Aquafina e Propel, da PepsiCo, são donas de cerca de 45% do mercado americano de água enriquecida. A aquisição da Energy Brands, também conhecida como Glaceau e fabricante da marca Vitaminwater, vai ajudar a Coca-Cola nesse setor.

As vendas da Energy Drinks mais do que dobraram no ano passado, para 77 milhões de caixas de bebidas, que geraram um faturamento de cerca de 350 milhões de dólares. “A compra representa um passo rumo a um crescimento sustentado na América do Norte, nosso mercado doméstico”, afirmou o CEO da Coca, Neville Isdell.

A Energy Drinks foi fundada em 1996 por Darius Bikoff, atual presidente da companhia, sediada em Nova York. Ele pretende continuar nas operações da empresa por pelo menos três anos. A venda da companhia também teve de ser negociada com o grupo indiano Tata, que possuía 30% do capital. Em agosto do ano passado, o Tata comprou sua fatia no negócio por 677 milhões de dólares – no negócio com a Coca, vendeu a parcela por 1,2 bilhão de dólares.

O negócio anunciado hoje supera a maior aquisição já realizada pela Coca, a da engarrafadora Philipines. Finalizada em fevereiro, a compra de 65% do capital da empresa custou 590 milhões de dólares à maior fabricante de refrigerantes do mundo.

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Cerveja de cannabis chega a Portugal

Cerveja Cannabia

Já chegou a Portugal a cerveja que é 100 por cento biológica… feita à base de cânhamo: a Cannabia. E é completamente legal.

Nasceu em 1996, na Alemanha, quando o país autorizou o cultivo de cânhamo e já está à venda na Alemanha, Itália, Espanha, França, Áustria, Holanda, Reino Unido, Suiça, Bélgica, Polónia, Bulgária, Japão e Sérvia e Montenegro. Agora, mais de 10 anos depois de ter dado os primeiros passos, a Cannabia chega a Portugal.

Esta cerveja tem 4,8 graus de teor alcoólico e um «aroma nunca antes provado no nosso país». É feita à base de água, malte de cevada, açúcar, lúpulo e, claro, cânhamo.

A Cannabia chega a Portugal pela mão do engenheiro agrónomo João Carvalho, que foi o primeiro português a aderir à ideia desta cerveja biológica e que tem agora um contrato de exclusividade com a marca.

«O cânhamo é um aroma que não está explorado em Portugal. É um produto que não tem concorrência», explica João Carvalho ao PortugalDiário.

A Cannabia fez a sua estreia nacional na feira Terra Sã, organizada pela Agrobio (Associação Portuguesa de Agricultura Biológica), em Odivelas, no fim-de-semana de 19 e 20 de Março. Quem passou por lá teve oportunidade de provar a cerveja com sabor a cânhamo.

Na manhã do próximo sábado, dia 26 de Maio, vai estar no Parque da Cidade, no Porto, para todos os curiosos que queiram experimentar.

«Até agora, só tive boas reacções à Cannabia. Todos os que provaram, gostaram muito. Adoraram mesmo. E os poucos que não quiseram provar não foi por ser de cânhamo, mas por ser cerveja e com álcool», conta o engenheiro agrónomo ao PortugalDiário.

Para já, João Carvalho vai apresentar a cerveja de cânhamo às lojas de produtos biológicos e grandes superfícies que possuam secção de produtos biológicos. No horizonte estão bares, restaurantes e «as casas de todos os portugueses».

A Cannabia vai estar à disposição dos portugueses por um preço de venda de dois euros. «Um preço bastante acessível, na média do das cervejas importadas, sendo que esta é diferente de todas as que já chegaram até agora a Portugal», diz João Carvalho.

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MIOLO MERLOT TERROIR É ELEITO O MELHOR VINHO DO BRASIL

Vinho Miolo Terroir Merlot - O Vinho do Ano
A Miolo Wine Group foi a grande vencedora da degustação às cegas promovida em abril pela Revista Gula objetivando comparar os melhores tintos do Brasil com produtos importados na mesma faixa de preço.
O grande vencedor foi o Merlot Terroir, vinho fino produzido com parcelas de uvas do Vale dos Vinhedos rigorosamente selecionadas.
A empresa classificou mais três vinhos entre os 21 avaliados, considerados os melhores do Brasil.
Assim como o Merlot Terroir, o Lote 43 recebeu quatro estrelas e ficou classificado em 3º lugar.
O RAR conquistou a 13ª posição, e o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon, a 17ª .
O resultado foi divulgado na edição 175 da Revista Gula, publicada em maio.
Além de ter-se consolidado como o melhor vinho tinto do Brasil, segundo a Gula, o Merlot Terroir, bem como o 3º colocado Lote 43, não superaram apenas os produtos nacionais.
A degustação às cegas contou com vinhos chilenos (13º lugar) e argentinos de prestígio (7º Lugar).

“Estamos muito felizes com esse resultado, que atesta todo o nosso esforço de produzir vinhos com a melhor qualidade”, afirma o diretor técnico, Adriano Miolo. Nos últimos oito anos, a empresa investiu R$ 90 milhões em tecnologia, mudas importadas, inovações no cultivo, tecnologias de elaboração e novas áreas.

O http://www.costibebidas.com.br/produto_detalhado.php?referencia=vinhomioloterroirmerlot&categoria=57 é o melhor vinho da variedade já produzido pela Miolo.
A uva merlot é uma das que mais se adapta na região do Vale dos Vinhedos.
A tiragem do vinho é pequena, cerca de 18 mil garrafas/ano.
Conforme Miolo, a variedade Merlot é considerada emblemática na região. “É a que mais expressa o terroir do Vale dos Vinhedos”.
O vinho foi lançado em 2006 com a presença do enólogo francês e consultor da Miolo, Michel Rolland.

O Lote 43 foi o 1º vinho de categoria superior produzido pela Miolo.
Elaborado somente em safras excepcionais, o Lote 43 é um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot de uvas cultivadas na área que leva o nome do vinho, nos limites do parreirais da família Miolo.
O vinho só é elaborado em safras excepcionais.

Vinho Miolo Terroir R$ 57,00

Vinho Miolo Lote 43 R$ 77,00

Vinho Miolo RAR R$ 46,10 (em promoção)

Vinho Quinta do Seival Cabernet Sauvignon R$ 41,50

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VINHOS DO TERCEIRO MUNDO GANHAM ESPAÇO NO MERCADO

NOVA YORK, 15 MAI (ANSA) - O planeta está passando por uma revolução geográfica no mundo dos vinhos:o Terceiro Mundo está ganhando espaço no filão que era antes dominado por Europa e Estados Unidos.
“Os vinhos franceses, italianos, espanhóis não vêm das palmeiras”, espanta-se João Santos, enólogo da casa portuguesa Dão Sul, após adquirir novas vinícolas no semi-árido brasileiro.
Quatro anos depois que novas tecnologias e sistemas de irrigação aportaram no Nordeste brasileiro, um milagre aconteceu: a Dão Sul distribui hoje no mercado um dos melhores vinhos tropicais do mundo, fabricado no sertão do Brasil.
Outra novidade no mundo dos vinhos é o conceito do “vinho das novas latitudes”, que surgiu na Tailândia, onde a Siam Winery engarrafa uvas cultivadas em vinícolas flutuantes no delta do rio Chao Phraya, e se baseia no pressuposto de que as plantas são muito mais “maleáveis” do que se pensava antes. Quando colocadas em um novo ambiente, as plantas crescem com muito mais velocidade e eficácia.

Os vinhos tailandeses ainda são meros desconhecidos se comparados com os europeus (que dominam 62% da produção mundial) e os seus outros concorrentes (Argentina, Austrália, Chile, Nova Zelândia e África do Sul), mas estão ganhando mercado rapidamente.

China e Brasil, dois países de primeira linha entre os novos vinicultores, produzem hoje apenas 6,7 milhões de litros de vinho por ano, 2,4% do total mundial, segundo o centro de pesquisas britânico International Wine and Spirit Record, mas a tendência é que o aumento da produção se desenvolva paralelamente ao crescimento do consumo de vinho por parte da classe média.

Ainda de acordo com o centro, em 2011, o consumo de vinho na China aumentará 12%, no Brasil, 39%, e 82% na Índia. Esses dados chamaram a atenção dos investidores.

A LVMH adquiriu cotas importantes do Chandon, o champanhe brasileiro; Pernod Ricard virou proprietária de marcas da Índia, Brasil e Geórgia, enquanto Veuve Clicquot está há onze anos com um acordo com as Grover Vineyards de Bangalore, Índia. (ANSA)

15/05/2007 13:38

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Garrafa de vinho vai a leilão por US$ 40 mil

Terra / Cosmo Ribeirão Preto

Terra

Os amantes de bebidas têm um motivo especial para acompanhar um evento beneficente da casa de leilões Christie’s. Uma garrafa de vinho Romanee-Conti, de 1945, será leiloada no próximo dia 15, em Genebra, na Suíça.

A previsão da casa é de arrecadar US$ 40 mil (cerca de R$ 80 mil) com o vinho Burgundy. Foram produzidas 600 garrafas do Romanee-Conti de 1945 em todo mundo.

Toda a verba arrecadada com o leilão será destinada a projetos de assistência a crianças.

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8º ENCONTRO DE COLECIONÁVEIS CERVEJEIROS - América Latina e Europa

Encontro de Cervejeiros

8º ENCONTRO DE COLECIONÁVEIS CERVEJEIROS - América Latina e Europa.

Evento patrocinado pela Nova Schin:
SEXTA-FEIRA - 18/MAI - Tryp Hotel (em frente ao Parcão) - para convidados

19h - coquetel de lançamento do evento
21h - grande leilão de itens raros de cervejarias (mais para colecionismo e decoração)

SÁBADO - Shopping Total (antiga Bopp, Sassen, Ritter - Continental - Brahma) - aberto ao público
10 - 18h - grande feira da cerveja com itens variados, palestras, degustações
18h - encerramento happy hour Nova Schin

Esse evento é anual.

DOMINGO - almoço: Feijoada do Tcherveja para os amigos cervejeiros.
Ingressos no 8º ENCONTRO DE COLECIONÁVEIS CERVEJEIROS
local: Sociedade de Engenharia (sob confirmação).

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